Vamos passar a noite num velho castelo deste nosso país e deparamo-nos com aquelas habituais prateleiras de livros velhos, que por ali foram sendo deixados por turistas de passagem.

São amostras aleatórias das misturas e das traduções que por esse planeta fazem rodar as línguas do mundo.

Assim, encontro estes dois livros em que poucos reparam, mas que têm para um marado das línguas algum sabor de tesouro escondido.

Primeiro, um livro em hebraico, que começa “ao contrário”:

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E, depois, o nosso Eça numa língua que, como europeus que somos, também já é um pouco nossa:

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