… é um problema de mau uso da linguagem. Ou melhor, um problema de substituição do pensamento científico por palavras com ar de ciência. Basta pensar no uso de expressões como “quântico”, “energia”, “forças vitais”, etc. O que temos são palavras, com todas as reacções emocionais próprias dessas palavras — e, por dentro, nada. A pseudociência pega no verniz do palavreado científico e usa-o para disfarçar um pensamento vazio e uma relação puramente emocional com ideias sem qualquer fundamento. Já agora, dentro deste tema, proponho a leitura deste livro de David Marçal:

PSEUDO

O meu livro mais recente é A Baleia Que Engoliu Um Espanhol (Guerra & Paz, 2017). Sou ainda autor de A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa e Doze Segredos da Língua Portuguesa. Saiba mais nesta página.